sábado, 12 de janeiro de 2019

ARC EDIÇÕES | CATÁLOGO 2013-2021

ARC Edições surge em 201o, primeiramente como uma pequena casa de edições virtuais, cujo catálogo de 14 livros atendia pelo nome de Coleção de areia. Alguns dos livros ali publicados foram posteriormente reeditados pela coleção “O amor pelas palavras”, uma coedição entre Editora Cintra e ARC Edições, de circulação exclusiva pela Amazon. Somente em 2013 demos a essa aventura editorial uma versão impressa, cujo catálogo é apresentado agora. O nome ARC vem da abreviatura de Agulha Revista de Cultura, revista existente desde 1999.



 
[ NOSSOS LIVROS ]

 

1 | Lembrança de homens que não existiam [poemas & desenhos], de Floriano Martins & Valdir Rocha


Floriano Martins (poemas) e Valdir Rocha (desenhos) avivam uma relação de amizade na forma de um diálogo criativo que transcende os limites da ilustração. O convívio com a poética de cada um é o que permitiu o convite feito por ambos quase simultaneamente, como um estalo mágico do acaso. Lembrança de homens que não existiam traz à tona – ou conduz o leitor à profundeza de seu imaginário – uma secreta história do homem repleta de indagações e inquietudes. E o faz com um sentido narrativo que resulta em desafio e encantamento, pelo que permite a quem o visite identificar-se com a voragem de sua visão. Um livro para ser visto e lido sem dissociar suas vertentes criativas.

__________

106 pgs | 14x21cm | R$ 45,00 (frete simples incluso)

 

 


2 |
Overnight medley [poemas a quatro mãos], de Floriano Martins & Manuel Iris
 

Edição trilíngue, traduções de Allan Vidigal (inglês), Juan Cameron (espanhol) e Floriano Martins (português)

Buscando realizar e não apenas aludir, Overnight medley é um livro de poesia e jazz. Suas duas primeiras partes – Footprints e Giant steps – são poemas de cada um de seus autores, o brasileiro Floriano Martins e o mexicano Manuel Iris, sobre músicos de jazz. A terceira parte, My favorite things, está composta por poemas escritos a quatro mãos com a técnica da escritura automática como equivalente poética da improvisação musical, a parte de temas jazzísticos. Ao final, Don’t eat the yellow snow, instigante diálogo entre ambos autores que revela mais da natureza e lógica interna desta obra que resulta pura música, graças ao ritmo e à intensidade de sua criação.

__________

252 pgs | 14x21cm | R$ 50,00 (frete simples incluso)

 

 


3 |
Em silêncio [poemas a quatro mãos], de Floriano Martins & Viviane de Santana Paulo
 

Floriano Martins e Viviane de Santana Paulo sentam-se à mesa virtual – ele em Fortaleza, ela em Berlim – para uma ousada aliança, a de criar um mundo poético baseado na alteridade, na troca de humores, em um jogo entranhável em que se embaralham os sentidos. Em silêncio foi concebido como um tríptico evocando uma variada experiência com a linguagem, mesclando ambientes míticos, urbanos, oníricos, em uma rara aventura pela selva da imaginação. O sentido de entrega alcançado pelos dois poetas permitiu a fusão de muitas e inquietas vertentes da criação. Um livro para viver no mais alto grau de intensidade de sua leitura.

__________

112 pgs | 14x21cm | R$ 4o,00 (frete simples incluso)

 

 


4 |
A vida inesperada [poemas], de Floriano Martins
 

Floriano Martins está e assim permanecerá devotado ao infinito, juntando os cacos para reconstruir um ideal de clareza pós-apocalíptica. Sua imaginação é uma avalanche, avalanche guardiã do próprio mito que imagina, alinhava, faz reverberar e reitera. Escrita em estado permanente de desconstrução e reinvenção, difícil saber como o poeta evita cair no próprio abismo. [Glaucia Olinger]

A poesia do Floriano Martins é o lugar quase lascivo de uma ambiguidade. Desfrutar dessa ambiguidade é um privilégio que, em definitivo, não é para todo mundo. Sua escrita é como uma trilha de pedras: na medida em que se caminha por ela o leitor se  sente seguro, até mesmo deslumbrado com o horizonte que se descortina; porém o segredo é encontrar as pedras que estão solidamente apoiadas para não cair, pois ele sempre põe uma ou outra que nos faz escorregar. Ele é perigoso. [Renata Sodré Costa Leite]

Vejo o convulsivo na poesia de Floriano Martins dentro daquilo que no Surrealismo se define como belo, vejo o encontro de elementos, sensações e temas, no ponto em que deixam de ser opostos. Isto é o que considero convulsivo nele. Vejo elementos do feminino que ele contempla se juntarem aos elementos do masculino que ele expressa. E juntarem-se ao ponto de ser um. [Susana Wald]

__________

584 pgs | 14x21cm | R$ 70,00 (frete simples incluso)

 

 


5 |
Mar anterior [poesia completa], de Sérgio Campos
 

Pouco antes de sua morte, em 1994, Sérgio Campos publicaria o livro Mar anterior. Poesia selecionada e revista 1984/94. Mais do que simples seleção de poemas de outros livros, aqui podemos falar de um livro outro, onde os poemas, além de revistos, apresentam nova disposição, atendendo aos temas que se mostraram, ao largo de dez anos de produção, mais entranhados em sua obra. Lendo agora Mar anterior confirma-se a incidência de uma epopeia íntima, como característica fundacional dessa poética. O próprio autor assim o comenta, em nossa correspondência pessoal: “realmente, o epos se coloca em intenção no poema que, no entanto, não é heroico, mas em essência lírico, o que lhe dá essa sensação de intimismo”. […] Este livro reúne esforços de três amigos pela recuperação da obra de um grande poeta brasileiro, falecido prematuramente aos 53 anos de idade. ARC Edições agradece sinceramente a Pedro Bahiense, filho do poeta.

__________

144 pgs | 14x21cm | R$ 45,00 (frete simples incluso)

 

 


6 |
O iluminismo é uma baleia [trilogia teatral a quatro mãos], de Zuca Sardan & Floriano Martins
 

Esta é a primeira trilogia de uma experiência de teatro automático que vêm realizando, a quatro mãos, os poetas brasileiros Zuca Sardan e Floriano Martins. O iluminismo é uma baleia está composto pelas peças Circo Cyclame, Trem Carthago e Cine Azteka – três viagens fascinantes pelo mundo da imaginação e da sátira. Livros repletos de um humor cortante e situações delirantes. Ao final, acrescenta-se ainda um making of, composto de três diatribes (orfeica, heroica e satírica), que esmiúçam as entranhas da criação. O livro é também uma galeria valiosa de técnicas plásticas que incluem desenhos, colagens, montagens e fotografias.

__________

458 pgs | 14x21cm | R$ 70,00 (frete simples incluso)

 

 


7 |
Um novo continente – Poesia e surrealismo na América [ensaios], de Floriano Martins
 

Traduções de Allan Vidigal (inglês), Eclair Antonio Almeida Filho (francês), Floriano Martins (espanhol), Márcio Simões (inglês), Milene Moraes (francês). Orelhas de Marco Lucchesi, e posfácio de Leontino Filho

Floriano Martins escreveu um livro de rara probidade intelectual. Diante de um repertório vasto, difícil e inacabado, elaborou uma articulação ousada e bem sucedida entre partes consideradas dispersas e intrafegáveis. Enfrentou a princípio – e com galhardia – uma nuvem de ideias em contínua migração. O primeiro passo foi dado com O começo da busca, que era um livro sem aduanas ideológicas ou embargos culturais. Era o anteprojeto de uma ousada cartografia. Não a que se faz dentro de um cômodo gabinete, de censuráveis a prioris e de outras imposturas intelectuais, conceitos que mal se adequam a uma geografia porosa, vibrátil, em que as ilhas distantes, porventura, podem formar um arquipélago inesperado, partindo-se de um insight, ou de uma atenção polifônica, nas camadas mais profundas da harmonia. O mapeamento de Floriano está para Borges e Calvino. Preciso e marcado de potencialidades. Atento a percursos mal visitados, como quando aborda certas formas clandestinas do Surrealismo, que não tomam parte sequer de um proto-cânone. Floriano está no microcentro de Buenos Aires e entre os Mapuches do Chile, interage com os poetas do México e com os de Cuba, com uma desenvoltura, uma atenção, um respeito que hoje anda quase perdido. O seu gabinete fica – como dizia Antonio Carlos Villaça – entre a estante e a rua, a escuta precisa e a polêmica aguda, provocadora, nunca próxima da gratuidade, a serviço de mais oxigênio e coragem. […] Tenho Floriano Martins como um dos nomes cruciais para a compreensão das culturas da assim chamada América Latina – e não estou só nesta quadra. Poucos no continente possuem hoje um trânsito físico e mental como o dele, para todas as latitudes deste nosso velho Mundo Novo. Sua aventura espiritual bebe na fonte de um José Martí e sonha uma integração poética mais profunda e marcada pelo estatuto da emancipação. E, afinal, será preciso sublinhar que este livro foi escrito por um poeta de marca, um ensaísta vigoroso e um artista plástico que não separa a instância crítica da própria criação? [Marco Lucchesi]

__________

560 pgs | 14x21cm | R$ 100,00 (frete simples incluso)

 

 


8 |
Circo Cyclame [teatro automático a quatro mãos], de Zuca Sardan & Floriano Martins
 

Participação especial (posfácio-entrevista) de Kazimir Pierre

O dilema maior do mundo não está na fé credenciada, mas antes na relutância em defender o padroeiro existencial de cada um, ou de cada temporada. Entregar-se a um deus qualquer é o mesmo que associar-se a um clube. Garante a espécie que se julga devota de uma razão acima de qualquer suspeita, porém não encontra argumentos para quem a dissocia de seus padroeiros de vivenda. Não, não podemos concluir nada, jamais entendi a pressa em concluir algo. O mundo não cabe no dogma finito da matéria. Acaso teríamos tornado possível o exame de DNA apenas para identificar personagens da ficção semanal? Bem sei que tua indagação infringe as normas físicas, mas entendo onde queres chegar. Os excessos religiosos são uma espécie de dádiva para os excessos políticos, na mesma proporção em que os excessos científicos alimentam a bravata dos excessos artísticos. O homem ferrou a razão, limitando-a a uma fonte de justificativa de seus erros.

__________

176 pgs | 14x21cm | R$ 30,00 (frete simples incluso)

 

 


9 |
Confissões de um espelho [correspondência, poemas, desenhos, depoimentos], de Cruzeiro Seixas
 

Edição a cargo de Floriano Martins e Leontino Filho

O livro é dádiva da memória, palavra que pulsa quase simultaneamente numa avalanche de pura poesia. Cruzeiro Seixas, esse homem-galáxia, poeta e pintor de alta linhagem, está desnudo, expresso em surreal tecido de verdades, em Confissões de um espelho, uma verdadeira joia encravada nas faces disfarçadas do real. O livro traz, a tiracolo, cartas de Cruzeiro Seixas destinadas a Floriano Martins, confissões sem meias verdades ou com verdades inteiras, a epistolografia é uma preciosa arte e nas mãos de um artista genial ganha um tal refinamento que vale por si. Na sequência das cartas, os poemas e desenhos: As minhas mãos é que pensam, não eu. Cruzeiro Seixas em sua poética, numa visada crítica, sem submissão alguma, atrela o erudito ao coloquial, de forma enfática, por vezes insólita e enlouquecida, não à toa, ele acentua numa de suas muitas entrevistas que: A vida é, de facto, um escândalo para a razão. Sendo assim, torna-se imprescindível ocupar com destemor os assombros do surrealismo, essa falésia de impertinências e desassombros, essa asa de vontades e infinitudes, esse reino de liberdade na consciência do infinito. Para não ir muito longe, nessas aventuras surreais, novamente Murilo Mendes: O surrealismo, tentando ultrapassar os limites da razão humana, aproxima-se às vezes consideravelmente da mística. Cruzeiro Seixas arremata: Os que querem agarrar com ambas as mãos o IMPOSSÍVEL não se apercebem que o impossível acontece todos os dias. [Leontino Filho]

__________

188 pgs | 14x21cm | R$ 40,00 (frete simples incluso)

 

 


10 |
A grande obra da carne [poemas], de Floriano Martins
 

Desenhos do capítulo central de Zuca Sardan

Desde cedo o tríptico me desperta atenção. Igualmente a suíte. Aos poucos fui percebendo que meus grandes mestres sempre foram renascentistas. Não os poetas, mas antes os compositores e artistas plásticos. Eu ambicionava trazer para o poema aquelas estruturas. Este truque alcançado cria uma astuta miragem: o plano épico.  Na montagem das suítes eu recortei diversas formas poéticas: tercetos, sonetos, odes, provérbios, prosa poética, aforismos… A grande obra da carne é uma soma dessa fonte de ilusionismos. Sua estrutura também revela distintos comportamentos da linguagem poética: extensa suíte, atípico enredo teatral, biografia psicografada. Como todos os meus livros, também este reflete minha natureza andarilha, o que inclui as colagens e vinhetas que atrelo ao sumo dessa aventura criativa. Graças à cumplicidade milenar descoberta com Zuca Sardan, eu tratei de lhe pedir que desenhasse retratos dos cinco personagens que compõem o capítulo central, que empresta nome ao livro. Perambularam comigo, em minha carroça de cigano, Nise da Silveira, Chico Anysio, William Blake e os fantasmas de todos os criadores mencionados da primeira à última página. Não há aventura mais íntima e intensa do que a criação. Quero aqui dedicar a todos nós umas palavras de Federico Fellini, pelo tanto que se encaixam em minha visão de mundo: Sinto a responsabilidade de não enganar, de não contentar-me, de testemunhar, com uma rigorosa aplicação dos instrumentos expressivos de que disponho, a loucura na qual de vez em quando me encontro. Não renunciar ao rigor: a cor, a luz, a perspectiva justa no momento justo. Sem com isto esquecer que a expressão artística tem também um aspecto lúdico: propondo uma visão das coisas, mostrando aos outros um momento meu de bom ou mau humor, convido sempre ao jogo da fantasia. Fellini é um de meus poetas preferidos. A grande obra da carne é um tríptico repleto de truques alquímicos que sigo descobrindo, sempre alheio à intransigência das classificações. [FM]

__________

160 pgs | 14x21cm | R$ 45,00 (frete simples incluso)

 

 


11 | O retorno das serpentes [poemas], de Péricles Prade
 

Capa & prefácio de Floriano Martins. Posfácio de Claudio Willer

A vocação obsessiva de Péricles Prade é a mesma de um parente distante apenas no tempo: o holandês Hieronymus Bosch (1450-1516). Ambos são ferreiros refinados na escritura de suas evocações. Ambos mergulharam no ambiente ocultista, não como se fossem associados de uma ortodoxia, mas antes como quem busca os argumentos mais potentes para descrever a saga existencial pela qual se aventuram. Satíricos sutilíssimos, ambos, embora distintos no tratamento da ironia, na derrocada de mitos e outros vícios de linguagem. Dois felizes calígrafos dos deslizamentos da alma humana. [Floriano Martins]

__________

128 pgs | 14x21cm | R$ 40,00 (frete simples incluso)

 

 


12 | Valdir Rocha e a persistência do mistério [crítica de arte], de Floriano Martins
 

A criação, em seu afortunado radical, é uma viagem. O ato criador é o que melhor define a experiência humana e a aventura da descoberta. Tudo aquilo que sabemos espelha-se em maior grandeza no que desconhecemos. É um imperativo natural, portanto, gostar imensamente do abismo. O homem se alimenta de constatações que são possíveis graças a seu desprendimento de tudo. […] O traço com aparência primitiva na criação de Valdir Rocha tem o efeito de uma palavra-chave na credibilidade de cena desenvolvida por um ilusionista. Podemos saltar do ambiente poluído de uma metrópole para a paisagem idílica de um verão caribenho, porém quando despertamos de seu efeito o que identificamos como parte nossa é a fortuna da ambiguidade buscada pelo artista. Somos um pouco de tudo, o que aceitamos, buscamos, confundimos, rejeitamos. Essa fixação – que é essencialmente da crítica, jamais da criação – de dar à arte um destino sociológico, é aparentado de outro artifício, o de considerar sua substância como um dado processual da tradição. [Floriano Martins]

__________

192 pgs | 16x23cm  (em cores) | R$ 120,00 (frete simples incluso)

 

 


13 | Anatomia do ócio [poemas], de R. Leontino Filho
 

Capa & prefácio de Floriano Martins.

R. Leontino Filho finaliza sua incondicional defesa da espécie humana conclamando que não se diga uma só palavra até que tenhamos aprendido ou reaprendido o quanto ela pode nos libertar de nós mesmos, de nossos mecanismos autodestrutivos. Esta é a sua Anatomia do ócio. O relato de que o homem tornou-se uma aberração diante de si mesmo e que somente pode sonhar com o tecido trêmulo de alguma ressurreição ao se determinar a definir um valor exato e incorruptível à palavra dada. Não é à poesia propriamente – em isolado – que cabe essa determinação, mas sim ao poeta, em especial aquele que entende que sua vida só equivale à sua obra se ambas estão afinadas pelo mesmo diapasão de reconhecimento da humanidade em si. [Floriano Martins]

__________

144 pgs | 14x21cm (capa dura)| R$ 45,00 (frete simples incluso)

 

 


14 | Tabula rasa [poemas e fotografias], de Valdir Rocha & Floriano Martins
 

Quanto mais nos dedicamos a olhar fixamente o vazio, mais ali nos encontramos com a intrínseca natureza da criação. É na tábua raspada de nossa existência que vamos identificando os vultos a partir dos quais conformamos toda uma vida. O modo como embaralhamos os seis sentidos. Os retalhos de vislumbres que habitam o desejo e a memória. Quando criamos é que damos sabor à borda do infinito. A arte nos permite a consciência de todas as experiências. O bordado da realidade, tangível ou não, a partir do momento em que a percebemos como parte inseparável de cada um de nós. Não li as imagens de Valdir Rocha, pois não se tratava de ilustrá-las com seu correspondente em verso. A disposição em que as duas imagens, plástica e poética, se mostram neste livro importa tanto quanto a autoria. Tomando por base outro ritual seguramente eu teria assinado as fotografias na mesma proporção em que Valdir Rocha teria escrito os poemas. A grande afinação, sobretudo ditada pelo diapasão de nossa existência, a encontramos nessa fiação de truques que ele chama de “a ficção das imagens”. Tanto nos desentranhamos ao criar que jamais cairíamos em outro ardil que não o da narrativa. [Floriano Martins]

__________

108 pgs | 16x16cm | R$ 45,00 (frete simples incluso)

 

 


15 | Escritura conquistada – Poesía hispano-americana [entrevistas y encuestas], de Floriano Martins
 

Textos de las solapas de David Cortés Cabán y Manuel Iris.

Este largo volumen, en sus 704 páginas, es un entrañable estudio crítico de la tradición lírica en Hispanoamérica, en sus 19 países. El libro se encuentra dividido en tres capítulos, en la forma de entrevistas y encuestas: el primero con 47 de los más expresivos poetas de esta parte del continente americano; el segundo con 39 estudiosos que aclaran los caminos de las vanguardias; y el tercero con tres amplios diálogos con el crítico español Jorge Rodríguez Padrón sobre las relaciones de esta lírica con la poesía española. Libro indispensable para el conocimiento de la lírica en Hispanoamérica. Su autor, el poeta Floriano Martins (Brasil, 1957), ha rescatado el pensamiento de los poetas y los hechos más decisivos de la poesía hispanoamericana.

__________

704 pgs | 16x23cm (español)| R$ 100,00 (frete simples incluso)

 

 


16 | Neônia, de Andreia Carvalho Gavita
 

Em Neônia misturei os poemas em prosa de cinco livros meus, além de alguns textos publicados nas redes sociais ou em periódicos de literatura, ritualizando a costura imaginária entre cinco pontas, como se escrevesse um pentagrama de neon no solo de uma floresta. […] A reunião dos textos, com outra disposição, alcança uma voltagem reveladora que pressupõe uma alquimia de forma e conteúdo, a paleta entranhável de minhas observações da vida que pulsa dentro e fora do meu senso de humanismo. A floresta de Neônia carrega ainda a mágica da série fotográfica “A permanência da realidade”, criada por Floriano Martins em 2012, e se materializa no presente volume. [Andreia Carvalho Gavita]

__________

284 pgs | 14x21cm | R$ 50,00 (frete simples incluso)

 

 

17 | Antes que a árvore se feche, de Floriano Martins


Poesia completa. Capa, mostra gráfica e pintura, de Juliana Hoffmann

Posfácio-entrevista, de R. Leontino Filho

Cronologia, de Márcio Simões

Há um estranho personagem que percorre as 740 páginas de minha poesia completa. Marcado por uma multidão de vozes que habitam seu íntimo, com elas ele tece uma colcha épica de retalhos. O livro, incluindo a cronologia comentada de vida e obra, é seu truque de permanente ressurreição. Os inúmeros conflitos encarnados são a rigor o mesmo, ou possuem a mesma fonte: o paradoxo bíblico. Quem criou o homem terá sido o mesmo que criou Deus? Quem veio primeiro? Qual o mistério que está por trás de todas as mitologias. Aprendi a ser o ovo e a galinha, simultaneamente. A cada verso escrito, a cada imagem tecida. Antes que a árvore se feche. [Floriano Martins]

__________

740 pgs | 16x23cm | R$ 120,00 (frete simples incluso)

 

 


18 | 120 noites de Eros – mulheres surrealistas, de Floriano Martins

Prefácio de Jacob Klintowitz

Estamos diante de um livro que imediatamente se tornará referência obrigatória no estudo do surrealismo. E, mais amplo ainda, se tornará em peça importante para o conhecimento do processo cultural de nossa época e na apresentação de figuras humanas que, às vezes com imensa dificuldade, se constituíram e se constituem em parâmetros de excelência e de virtude; a virtude entendida como a lealdade a si mesmo, ainda que ao custo das eventuais incompreensões de uma época de grandes transformações, como é a nossa. [Jacob Klintowitz]

__________

168 pgs | 14x21cm | R$ 50,00 (frete simples incluso)



19 | No ardor dos livros. Estudos sobre a obra de Maria Lúcia Dal Farra, de
Ana Luísa Vilela, Fabio Mario da Silva, Inês Pedrosa e Rosa Fina [Org.]

Organizado por Ana Luísa Vilela, Fabio Mario da Silva, Inês Pedrosa e Rosa Fina, No ardor dos livros é amplo e revelador volume dedicado à obra poética e ensaística de Maria Lúcia Dal Farra, uma das mais fundamentais poetas brasileiras. Esta obra que agora se apresenta parte um pouco dessa sua trajetória enquanto docente, com depoimentos de ex-alunos/as, hoje professores/as consagrados/as em suas respectivas universidades; inclui ainda ensaios sobre sua obra, apontamentos sobre a intertextualidade com autores sobre os quais Maria Lúcia tem se debruçado, bem como estudos sobre alguns aspectos da obra ficcional dalfarriana. Para além de alguns artigos posteriormente inseridos, o montante deste livro foi apresentado e proferido no “Congresso Internacional 100 anos de Florbela Espanca, Homenagem a Maria Lúcia Dal Farra”, ocorrido em Portugal, na Universidade de Lisboa e na Câmara Municipal de Vila Viçosa, nos dias 5, 6 e 7 de dezembro de 2019.

__________

296 pgs | 14x21cm | R$ 65,00 (frete simples incluso)

 


20 | Tríptico da agonia, de Floriano Martins e Berta Lucía Estrada

Escrito a quatro mãos, originalmente em espanhol, Tríptico da agonia é uma viagem pelos abismos desvendados no colo da humanidade, e sua maior conquista é que essa viagem foi tecida entre dois criadores –reflexo de que o essencial na vida é compartilhar experiências. Seus autores, o brasileiro Floriano Martins e a colombiana Berta Lucía Estrada, são nomes já há muito reconhecidos em suas outras áreas de atuação, ensaio e poesia. Esta trilogia é a soma de sua experiência comum no território da dramaturgia e, de forma muito singular, mesclam as linguagens do teatro, da narrativa curta e da prosa poética. É um livro cheio de surpresas para o leitor que aceitar o convite de acompanhá-los nesta cativante aventura criativa.

__________

160 pgs | 14x21cm | R$ 50,00 (frete simples incluso)

 

 

CONDIÇÕES DE PAGAMENTO (TRANSFERÊNCIA BANCÁRIA)

BRADESCO | Ag. 3456 | C/C 17920-5 | CPF 169.613.313-00

Ao enviar o comprovante de transferência informar o endereço

Contato direto com o Autor: floriano.agulha@gmail.com

  


[ NOSSOS AUTORES ]

 

ANDREA CARVALHO GAVITA (Brasil, 1973)

BERTA LUCÍA ESTRADA (Colômbia, 1955)

CRUZEIRO SEIXAS (Portugal, 1920)

FLORIANO MARTINS (Brasil, 1957)

MANUEL ÍRIS (México, 1983)

MARIA LÚCIA DAL FARRA (Brasil, 1944)

PÉRICLES PRADE (Brasil, 1942)

R. LEONTINO FILHO (Brasil, 1961)

SÉRGIO CAMPOS (Brasil, 1941-1994)

VALDIR ROCHA (Brasil, 1951)

VIVIANE DE SANTANA PAULO (Brasil, 1966)

ZUCA SARDAN (Brasil, 1933)

  


[ PLANO EDITORIAL ]

 

Na contramão de uma suspeita crise no mercado editorial – seja na astúcia das grandes redes de livraria e seus pedidos de recuperação judicial, seja nos vícios renitentes da parte de grandes editoras em manter seus catálogos regidos exclusivamente pelo valor de venda e não seu correspondente valor cultural –, verifica-se o crescimento de interesse brasileiro pela leitura, e igualmente se vislumbra uma renovação estética, o surgimento de novas gerações com texto relevante, na criação, no ensaio e na tradução, situando lado a lado a aparição de novos autores e o empenho saudável pela recuperação de autores que foram ao longo do tempo esquecidos, por razões tanto da ordem de equívocos na composição de catálogo das editoras quanto pela dificuldade imposta por herdeiros.

ARC Edições, Editora Cintra e Agulha Revista de Cultura vêm apostando suas cartas no estabelecimento de melhores condições editoriais, tomando por base o imperativo cultural, a ele atrelado, como decorrência natural, o aspecto comercial. A revista é o espaço priorizado para a irradiação do que se edita e do que se pretende editar, formando condições de leitura e aquisição. Sendo uma publicação de circulação gratuita, pode sondar os mais diversos territórios, que virão a definir os catálogos, impresso e virtual, dos dois selos editoriais. A parceria entre ARC Edições e Editora Cintra, explora as veias virtuais de um mercado editorial ainda de certo modo incipiente no Brasil, através da coleção “O amor pelas palavras”.

Por sua vez, através do catálogo de livros impressos, ARC Edições busca atuar em áreas complementares: a descoberta de novos autores, a recuperação de obras fundamentais que não tiveram a devida atenção do mercado e, por razões paralelas, a publicação de autores estrangeiros. Nestes dois últimos modos as condições editoriais são discutidas caso a caso, incluindo a perspectiva de convênios que permitam a feitura do livro. Ao se tratar de novos autores, ou de livros de autores atuantes, o tratamento contratual envolve a seguinte norma: cuidamos da edição (leitura de originais, formatação, capa, ilustrações, revisão, preparação de matrizes para impressão, finalização, impressão, frete), em seguida inserindo o livro, em página própria, em nossa loja virtual. Ao autor, por sua vez, repassamos os custos editoriais, sem reter os direitos de edição, cabendo ao próprio toda a receita pelas vendas. Com isto, tanto garantimos um custo favorável, quanto damos ao processo transparência e cumplicidade entre as partes envolvidas. Os contatos devem ser feitos através do e-mail floriano.agulha@gmail.com ou da página em Facebook da ARC Edições.

Abraxas

 

 







Nenhum comentário:

Postar um comentário